sexta-feira, 30 de maio de 2014

Saiba quais alimentos fortalecem os dentes das crianças

Por volta dos seis anos, a criança começa a trocar os dentes de leite pelos permanentes. E, até os 12 anos, ela estará sempre com um ou mais dentes em fase de erupção. Nesse período, é importante priorizar alguns alimentos e cercar-se de cuidados por conta das dificuldades apresentadas, como o amolecimento, as “janelinhas” e o crescimento dos novos dentes.  Selecionamos algumas dicas para vocês confere aí:

Mastigar bem:

Nada de só servir alimentos moles, que não exigem trabalho dos dentes, nessa fase. “Os pais sempre devem alertar o filho para morder e mastigar bem os alimentos, tanto os macios, quanto os duros, dos dois lados da boca. Assim, a mastigação estimulará o correto posicionamento das arcadas dentárias", explica a odontopediatra Dóris Rocha Ruiz, autora, entre outros, do livro O Troca-Troca dos Dentes (Editora: Grupo Gen).

Longe das cáries:

O consumo excessivo de alimentos fonte de açúcar e carboidrato aliado à má higienização bucal favorece o aparecimento das cáries, principalmente durante a troca de dentes. Criar uma rotina com horário para as refeições é um dos bons hábitos que os pais podem propor aos filhos. "O intervalo entre as refeições favorece o equilíbrio da flora oral, acrescido ao hábito de escovar os dentes após as refeições (café da manhã, almoço e jantar)", explica a odontopediatra.

Equilíbrio é a palavra-chave:

Alimentos duros e fibrosos, como os vegetais crus (cenoura e pepino) e as frutas (maçã, melão, pera) fortalecem a mandíbula e ainda ajudam na higienização, já que removem a placa de bactérias, que fica alojada na parte externa dos dentes.

Cálcio e vitamina D:

“Um cardápio com alimentos fonte de vitamina D (salmão, gema de ovo, atum, sardinha) e de cálcio, como o leite e seus derivados, gergelim e brócolis, auxiliam no fortalecimento da estrutura óssea do corpo e isso inclui os dentes”, comenta a nutricionista Rosane França, diretora da Associação de Nutrição do Rio de Janeiro (Anerj). Mas lembre-se que é importante também tomar sol para sintetizar a vitamina D, que contribui para a absorção do cálcio.


Crianças que se alimentam de vegetais ajudam no fortalecimento da mandíbula


fonte: Site Uol

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A saúde bucal dos idosos


Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?
Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.
Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?
Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.
  • A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
    1. Má alimentação.
    2. Higiene bucal inadequada.
    3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
    4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
    5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.

    Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais. As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Brasil o país campeão de implantes de Prótese Dentária

Nos últimos anos, a especialidade da odontologia que mais tem ganhado destaque é a implantodontia, a qual vem se aperfeiçoando e melhorando o conhecimento técnico e científico com a pretensão de restabelece a saúde do paciente, estética e até autoestima de forma segura, previsível e duradoura.
De acordo com os dados do IDS (Instituto Desenvolvimento Saúde) no Brasil, cerca de 800 mil implantes e 2,4 milhões de componentes de próteses dentárias são consumidos por ano e estima-se que há oito milhões de implantes instalados em pacientes no mundo, dados que servem para confirmar a crescente demanda, não só dos brasileiros, mas também da população mundial, pela reabilitação oral.

A Odontologia, através da implantodontia, vem devolvendo o bem-estar estético e funcional aos pacientes desdentados, sendo mais um recurso comprovado e aceito, principalmente por sua previsibilidade e segurança. Então, o profissional mais indicado a realizar essas cirurgias ou esse tipo de tratamento é o especialista em implantes.


Odontologia Estética x Material de qualidade

A qualidade do material para prótese pode interferir no resultado da sua prótese dentária.

Atualmente a odontologia aliou em seus tratamentos, além do benefício de resolver problemas bucais, mas também a estética de um sorriso bonito e saudável.

O profissional não só é preciso ter habilidade manual, mas também comprometimento com a qualidade do material utilizado na aplicação das próteses dentárias.
As técnicas e materiais atuais permitem ao profissional de odontologia estética, modificar os dentes em seus formatos, cores, posicionamentos e até mesmo substituí-los quando os mesmos foram perdidos, mantendo ou devolvendo para as pessoas a harmonia do sorriso com uma aparência natural.
A protética Jaqueline Maria do Amaral Santos responsável pelo laboratório StúdioPro afirma que, a qualidade do material para odontologia estética é essencial para um trabalho perfeito.







quarta-feira, 7 de maio de 2014

Nove cuidados para não contaminar sua escova de dente com bactérias

"Escova deve ficar pelo menos a um metro e meio de distância do vaso sanitário, bactérias presentes no ar na hora da descarga do vaso sanitário podem alcançar as escovas de dente sobre os gabinetes"
É comum ter aftas ou inflamações logo após bater com a ‘cabeça’ da escova de dentes na gengiva, durante escovações rápidas ou mais intensas.
O que pouca gente sabe é que é grande o risco de contaminação das escovas de dente por bactérias, principalmente quando elas ficam expostas sobre a pia do banheiro ou mesmo dentro do armário.

Segundo a Academy of General Dentistry (Estados Unidos), o modo como as pessoas armazenam suas escovas de dente pode contribuir para a proliferação de bactérias e causar infecções, como gengivite. Pior ainda, a doença pode se espalhar entre os membros da família pelo contato entre as escovas.

Ainda mais grave: bactérias presentes no ar na hora da descarga do vaso sanitário podem alcançar as escovas de dente sobre os gabinetes e, depois, se instalar na boca do usuário.
De acordo com o cirurgião-dentista Marcelo Rezende, pesquisas científicas detectaram presença até mesmo de coliformes fecais nas escovas de dentes.

“Muita gente se preocupa com a estética, mas ignoram princípios básicos de higiene bucal, como os simples cuidados com as escovas de dentes”. 





Conheça as principais recomendações de higiene bucal:
1ª) Nunca compartilhe escovas de dentes. Não importa se a escova é do seu filho, do seu marido ou mãe. Cada pessoa deve ter sua própria escova de dentes, sob pena de ser contaminada com doenças infecciosas caso esse item não seja respeitado;

2ª) Depois de escovar os dentes, lave a escova com bastante água, tanto as cerdas, como o cabeçote. Guarde sua escova na posição vertical. Se outras escovas dividirem o mesmo recipiente, garanta que elas não entrem em contato uma com as outras;

3ª) Não é necessário deixar as escovas de molho em soluções desinfetantes ou mesmo com enxaguantes bucais. Isso acabaria levando a uma contaminação cruzada entre as escovas de toda a família; 
4ª) Nada de soluções caseiras, como colocar a escova de dentes na lava-louça, no microondas ou seja lá onde for. Essas medidas podem comprometer o material;
5ª) Não guarde as escovas em ambiente fechado nem com tampas. O ambiente úmido só contribuirá para a proliferação das bactérias;

6ª) Mantenha o recipiente com as escovas de dentes pelo menos a um metro e meio de distância do vaso sanitário. Outra medida preventiva é baixar a tampa antes de dar descarga e mantê-lo nessa posição sempre que não estiver sendo usado;

7ª) Escove sempre os dentes antes de dormir. À noite, as bactérias presentes na boca se multiplicam 30 vezes mais se você for para a cama sem tomar esse cuidado;

8ª) Não se preocupe em comprar uma escova com mil e uma utilidades. O importante não é a cor nem o modelo, mas que a escova permita alcançar todos os dentes e promova uma boa higiene bucal.

9ª) Troque a escova de dente a cada quatro meses, pelo menos.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/escova_de_dente.htm